Blog de Escalada

Blog destinado a notícias de escalada, eventos, dicas de treinamentos, viagens
e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial

Uma das melhores publicações voltada para o público outdoor é a revista Outside AMERICANA.

A revista por falar a linguagem do entusiasta de esportes de natureza e ter identificação direta com o público alvo tem este reconhecimento.

A edição do m~es de Fevereiro de 2012 já está disponpível para download em formato PDF.

O formato pode ser lido tanto em seu computador, como em smartphone ou um tablet.

Para saber mais detalhes veja o link : http://magazinesdownload.com/post/2012/01/12/Outside-February-2012.aspx


Dizem que o sucesso de uma receita depende muito dos ingredientes usados, sendo assim, em qualquer vídeo produzido um resultado pode ser um sabor único ou algo não tão exitoso.

Este é o caso de “All I Can”, um vídeo que arrebatou muitos prêmios no ano de 2011, e tem grande possibilidade de aterrissar em “terra brasilis” nos festivais de filmes outdoor que acontecem por aqui.

O filme é bom, mas erra a mão ao querer mostrar muito das manobras dos atletas e menos o lado pessoal dos atletas e das pessoas.

O objetivo do filme é mostrar esquiadores profissionais em vários locais do mundo, e em alguns momentos fazer pinceladas sobre natureza e devastação humana.

Inegavelmente as imagens mostradas nos filmes são de uma beleza superlativa. Todos os ângulos de captação de imagens são de uma qualidade indiscutível.

Todo gravado com câmeras de alta definição de boa qualidade tornou quase que obrigatório a quem assista ver em cinema ou em uma televisão de capacidade FULL HD (1080p).

O uso intensivo de imagens em “Timelapse” funciona como uma verdadeira aula aos admiradores do gênero, e fonte de inspiração a quem deseja se enveredar por filmagens do gênero.

Como tudo em excesso pode gerar um efeito colateral (até mesmo na vida), portanto a monotonia do filme na primeira parte é o reflexo do abuso desta técnica. Ao gastar muito tempo e recurso para a apresentação do esporte pode ser considerado um ponto fraco do filme.

No quesito roteiro os produtores ficaram a dever ao menos na primeira parte, até os primeiros 50 minutos. Por este motivo muitos momentos od filme se assemelha a um longo videoclipe em que cansa o espectador não praticante de Sky. Muito dos primeiros 50min do filme lembra a produções de esportes outdoor realizadas na década de 90 : música + imagens.

Porém a partir dos 50 minutos de filme é como se houvesse outro filme, pois há mais depoimentos e comprometimento por parte dos personagens do filme.

Com o salto de qualidade de roteiro e uso das imagens capadas junto aos depoimentos, ficou a impressão de que o filme é a junção de duas idéias que acabaram juntas em uma produção só.

Igualmente usando imagens de “timelapse” de qualidade impressionante, o filme alerta para o aquecimento global. Este alerta aliado à qualidade das imagens produz um bom alarme sobre o fator clima e lixo que vivemos no momento.
Para os praticantes de ski e snowboard este problema é mais impactante, pois com um planeta mais quente, haverá menos neve.

O filme mesmo com seus tropeços, especialmente em seu roteiro, é bom, e mereceu a maioria de seus prêmios ganhos no ano de 2011. Ele também serve de inspiração a quem deixa fazer um filme de qualidade com tomadas criativas.



Para saber como adquirir o filme va em : http://itunes.apple.com/us/movie/sherpa-cinema-all-i-can/id470509338

Para saber mais do filme : http://sherpascinema.com/

Que os festivais de filmes outdoor é uma realidade, só não vê quem não quer.

Ainda confundidos como simples filmes documentarios de natureza, os filmes outdoor vêm conquistando no mundo o reconhecimento e contruindo uma reprensentatividade sólida.

Hoje há sim uma grande diferença na linguagem e público de Documentarios e filmes outdoor.

No Brasil ainda não um número de grandes festivais voltados para o gênero. Há com destaque o Festival de Filmes de Montanha do Rio de Janeiro, que exibe o Banff World Tour.

Em São Paulo, caso este ano haja uma repetição o Rocky Spirit, que tem apenas uma edição em sua história, e teve boa aceitação do público em geral. Resta saber se os realizadores do ano passado seguirão com a idéia.

Houve a pouco mais de um mês uma mostra no Espirito Santo, mas ainda embrionário do que potencialmente poderá se tornar um outro festival.

Há em Goiás o FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental), mas que não é propriamente um filme outdoor.

Nos EUA será realizado o que pode ser considerado uma evolução natural do gênero : O filme Outdoor Ativista. São filmes que além de trazer natureza, esporte e etc há o cunho de consicentizar a quem assiste.

Para aquele público que gosta de filmes que existe uma mensagem mais politizada será realizado e 13 a 15 de Janeiro em vários locais do estado da Califórnia nos EUA. Além disso haverá um tour de exibição pelo país americano.

Para saber mais, e quem sabe inspirar alguém que queira o mesmo acesse : http://www.wildandscenicfilmfestival.org/on-tour/tour-calendar/

Durante o ano de 2011 houve a grande polêmica de que havia um curso on line de rapel.

Tive até mesmo de aguentar os produtores do curso fazerem intimidação do Blog de Escalada para que eu ficasse calado pelo óbvio : o perigo da atividade feita por pessoas despreparadas.

A notícia abaixo já deixa, além de aquela velha histeria em torno de uma prática que de escalada que muitos confundem com a própria escalada, um alerta para quem faz curso on line.

O Blog de Escalada apenas faz a pergunta aos que ministram estas práticas de rapel com direito à velha e conhecida gritaria de sempre : aguém avisou à personagem que é importante prender o cabelo durante a prática?

Uma jovem que fazia rapel neste sábado no Morro do Vigia, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, ficou presa pelos cabelos durante a descida. Dois bombeiros do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost), em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal, fizeram o resgate da mulher de 19 anos, que nada sofreu.

O acidente, que aconteceu no final da manhã, mobilizou um helicóptero. Com a ajuda da Polícia Rodoviária Federal, os bombeiros conseguiram retirar a mulher do local.

A cerca de 30 metros de altura, o cabelo da jovem ficou preso em um equipamento em que a corda passa para a prática do rapel.

A mulher estava no Morro do Vigia com três amigos.

Sem equipamentos de segurança, ela correu riscos, mas conseguiu evitar um problema mais grave, segundo o Cabo Peters.

“A moça ficou presa pelo cabelo, mas não houve maiores problemas porque ela conseguiu travar o equipamento.

Tivemos que intervir apenas para retirá-la do local”, contou o bombeiro em entrevista ao canal CGN, de Curitiba.

Fonte : http://esporte.uol.com.br/aventura/ultimas-noticias/2012/01/07/jovem-fica-presa-pelos-cabelos-durante-rapel-e-e-resgatada-por-bombeiros.htm

Uma jovem, de 19 anos, ficou presa pelos cabelos quando fazia rapel no Morro do Vigia, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, neste sábado (7).

Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal foi utilizado para o resgate que também contou com dois bombeiros do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST). A jovem não se machucou.

Em entrevista ao G1, o policial rodoviário Lair Lopes da Costa, que participou do resgate, afirmou que a jovem estava a cerca de 30 metros de altura.

O cabelo ficou preso no freio 8, que é um equipamento onde se passa a corda para a prática de rapel. “Ela não conseguia descer nem subir”, explicou o policial.

Para retirar a garota, um dos bombeiros fez um rapel até a altura onde ela estava e, ao suspender a jovem e aliviar a tensão na corda, conseguiu soltar o cabelo dela.

A garota desceu também por rapel, desta vez pela corda do bombeiro.

A jovem estava de cabelo solto e não usava capacete, uma condição contrária à recomendada por policiais e bombeiros.

“A pessoa precisa estar habilitada, ter passado por algum treinamento ou curso, atentar para os equipamentos de segurança, usar capacete e, no caso das mulheres, prender o cabelo”, orientou o policial Costa.

Ele lembrou ainda que é importante informar familiares ou amigos o local exato onde a pessoa vai fazer o rapel.

A jovem estava com um grupo de amigos e permaneceu no local depois do resgate. O Morro do Vigia tem aproximadamente 1.300 metros de altura.

Fonte : http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/01/jovem-fica-presa-pelos-cabelos-30-metros-de-altura-na-regiao-de-curitiba.html

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